Um itinerário descrito como sem compras deve tornar o uso do seu tempo fácil de entender. O rótulo é menos útil do que uma programação diária que nomeia as atrações, explica atividades incluídas e separa compras opcionais. Leia – o como um calendário, não simplesmente como uma brochura.
Procure experiências sem nome
Frases como centro cultural, visita de especialidade local ou demonstração de saúde tradicional precisam de esclarecimento. Pergunte o que acontece lá, se a admissão está incluída e quanto tempo dura. Algumas oficinas oferecem ensino digno; outras são principalmente locais de vendas. A diferença deve ser visível antes de viajar.
Verificar o padrão de refeição e transferência
Uma parada de almoço distante pode introduzir o tempo de varejo que não é óbvio na lista de turismo. Reveja a rota geograficamente e pergunte por que cada parada se encaixa. Confirme se as refeições são menus de grupo fixos, escolhas gratuitas ou subsídios, e se recusar uma experiência opcional o deixa esperando por outros.
Põe os teus próprios interesses de volta
Sem compras não deve impedir um viajante de desfrutar de uma livraria, mercado de artesanato ou compra de chá. Especifique qualquer navegação que você realmente deseja e faça dele uma escolha liderada pelo viajante. Peça ao operador para marcar o tempo como opcional e divulgar qualquer conexão comercial. Mantenha a versão final do itinerário com o contrato de reserva. Se diferentes documentos usarem uma linguagem diferente, peça uma resposta escrita consistente. Uma programação bem definida protege tanto o viajante quanto o guia de mal-entendidos uma vez iniciada a viagem.


